sexta-feira, julho 28, 2006

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No ônibus, acontecem muitas coisas engraçadas. Às vezes, coisas engraçadinhas, como a que eu vi dia desses:

- Bann-co prre-fe-renn-ci-al pa-ra de-fi-ci-enn-tess fi-si-coss - leu atentamente o menininho ruivinho de uns cinco anos de idade, continuando com a seguinte questão:
-Mas mamãe, nós não somos físicos!!

Coisinha mais linda!
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quarta-feira, julho 26, 2006

Estou tomando um antibiótico. Comecei ontem. Mas ao invés de o medicamento apenas me aliviar a "mardita" sinusite, pareec que me trouxe também um pouco de ânimo e força na bicuda pra "chutar o balde" e "o pau da barraca" e "deixar o pau cair a folha". Não adianta ficar se matando por pouco. O antibiótico me deu a nitidez para enxergar que o óculos não tinha dado. Diminuiu minha paciência a um nível aceitável e recomendável. Paciência demais também é ruim. E minha sessão de chutes e bicudas começa hoje. No que isso vai dar, se é que vai, depois escrevo.

terça-feira, julho 25, 2006

Clima

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Tempo quente e seco prolongado durante o
inverno é chamado de veranico.

Esse de agora está mais para um veranicuzão!
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Sinusite, dor de dente, garganta seca,
dor nos olhos, antibiótico e papel higiênico.
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Nariz assado, quilos de verde,
greve de São Pedro e dor nas costas.
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Acho que estou precisando me benzer.
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sexta-feira, julho 21, 2006

Muito legal esse jornal:
Jornal Correio Online

quarta-feira, julho 19, 2006


Eu sei que não é de muito de bom tom colocar uma foto feia dessas num blog, mas o assunto hoje é SAÚDE. Ontem pela manhã, por volta das 10h00, meu pai começou a sentir seu braço direito formigar. Em seguida os movimentos começaram a ficar comprometidos e uma intensa dor tomou conta do membro. Imediatamente, ele foi levado ao hospital, gritando, sem conseguir sentir o próprio braço, mas ao mesmo tempo com uma dor extremamente forte. Ele a descreveu como se um caminhão tivesse passado por cima. O braço ficou branco, gelado e seus dedos começaram a ficar roxos. Colheram sangue para uma série de exames. 12h20, foi encaminhado para um cateterismo que detectou qual ponto estava comprometido. 13h30, foi para o centro cirúrgico para retirar um acúmulo de gordura que impedia a a passagem de sangue para irrigar seu braço direito. O que ele teve foi uma embolia vascular. Por sorte, foi encaminhado a tempo para o socorro.
A foto é da pelota de gordura que estava impedindo a passagem do sangue. A tampa da caneta serve para se ter uma idéia do tamanho. Essa gordura nos foi trazida pelo médico, assim que acabou a cirurgia, para que víssemos o que os maus hábitos alimentares e a falta de cuidado com a saúde causaram a ele. Agora, vai ficar internado por alguns dias.
Se estivesse sozinho, talvez não chegasse ao hospital a tempo, pois a dor não o deixaria dirigir. Se demorasse mais tempo para ser atendido, seu braço começaria a necrosar por falta de irrigação sanguínea e poderia ter parte dele amputada. Não sabemos se seu braço vai voltar a funcionar normalmente ou quanto tempo isso vai levar para acontecer. Possivelmente, deve enfrentar sessões de fisioterapia para recuperar os movimentos. Nos resta esperar. O fato é que esse problema não acontece com quem cuida da saúde e do corpo. E não importa a idade. Comer muita gordura, fumar, tomar álcool, não fazer exercícios, provoca acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos. Mas isso todo mundo já sabe, só que acha que nunca vai acontecer. Quando acontece...


Fica o alerta.
Agora, só mais uma olhada na foto
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terça-feira, julho 11, 2006

Pernas, pra que te quero

Um pé, outro pé.
A pé.
Greve dos motoristas e cobradores de ônibus de Londrina.
Impossibilidade de faltar ao trabalho.
Porção de coisas pra fazer.
40 minutos de caminhada.
Carros para lá e para cá.
Pedestres alvoroçados.
Mototaxistas desesperados por mais uma corrida com preço superfaturado.
Pernas, desacostumadas, formigando.
Atraso.
Terça-feira.

É, desta vez, não deu...

Fracassei. Minha empreitada rumo à liberdade novelística fracassou. Apesar de eu ter diminuído consideravelmente minhas horas frente às novelas, lido mais resumos do que assistido aos capítulos, acompanhado as capas de revistas expostas nas bancas semanalmente, não resisti às duas últimas semanas da Belíssima. Tá certo, eu sei, é aquele negócio todo de "esta é a última vez, prometo que não faço mais". Mas o fato é que eu fracassei. E o pior de tudo foi que o último capítulo da novela nem foi lá aquelas coisas. Longo, previsível e morno. Além de a Bia Falcão não ter se dado mal no final. Dava pra ir tranquilamente ao banheiro durante a novela que não se perdia grande coisa. Mas o pior de tudo parte dois foi ter assistido ao primeiro capítulo de Páginas da Vida, do Maneco. Fatal. Agora tenho que reunir forças maiores ainda para tentar não sucumbir a mais essa. Vai ser difícil e vou ser franca, não sei se vou conseguir. Na verdade, vou ser mais franca ainda, não vou conseguir!
Não adianta. Meu negócio é este mesmo. Quem sabe algum dia eu não consiga emprego em alguma revista especializada...

terça-feira, julho 04, 2006

O Brasil perdeu, pois é...

Só fico com pena dos que compraram estoques e mais estoques de bandeiras, camisetas, cornetas e línguas-de-sogra verdes e amarelas...

pois é...

segunda-feira, julho 03, 2006

Hahahahaha...

...boa dica do vaca

terça-feira, junho 27, 2006

E se meu nome for um palavrão? Mais, se meu nome e sobrenome formassem uma ofensa das mais inaceitáveis em algum idioma por esse mundo afora? Penso nisso toda vez que vejo o nome de um jogador estrangeiro, de uma cidade no meio de um vale ou de alguma montanha. E se eu chegasse a algum lugar desses e me apresentasse "Oi, sou Luana" recebendo na seqüência imediata uma pedrada certeira no meio da testa? E se ao pedir desculpas "Péraí, foi mal!" fosse novamente mal interpretada por alguém que se sentiu ofendido e que entendeu "poèr'aî fômá u", frase que macula enormemente a imagem de sua mãe querida? Muita coincidência? Não sei. Quem sabe meu nome possa significar também um pedido indecente ou simplesmente um cumprimento inocente. A senha para entrar em um lugar proibido e secreto ou o nome de uma comida estranha. O nome de uma estrela, de um ritual tribal, de uma doença boba, a raça de um animal. Quem sabe? Mas que não é difícil, ah, isso não é mesmo. E que eu não precise chegar lá pra saber.

terça-feira, junho 20, 2006

Revirando meus textos antigos, percebi que tenho uma certa tendência em matar meus personagens.
Preciso providenciar finais mais felizes.

segunda-feira, junho 19, 2006

Burra, nada mais.

Da série Revirando o PC...*

Porta entreaberta. Ah, mundo novo! Sobe, desce, voa, gira, piruetas. Ana!? Aqui! Que atração irresistível causam as lâmpadas sobre os insetos, sobretudo aquelas de mercúrio, compridas e brancas. Gabriel? Gabriel? Jonas? Eu! Essa luz deve equivaler a Deus; pode existir então um conflito de identidade? Os insetos não ficam o tempo todo perto de Deus! Acho que não, talvez a luz seja meramente hipnótica e nada mais. Que belo corredor, desce, quase aterra e sobe novamente. Pernas, ombros, cabeças, teto. O toc toc do giz sobre o quadro. Vinícius? Tô aqui! Uma, duas, cinco voltas completas. Energia à tona. Calor ali. Onde está mesmo a porta? Ah, árvores, como não pensou nisso antes. Força total, mil quilômetros por hora. Pá! Os insetos costumam ser burros e míopes. Eles tentariam atravessar uma pintura para chegar à paisagem, o que dizer de um simples vidro? Sobe novamente, desta vez para alcançar a luz mais alta, mais bonita, faiscante, cintilante como uma estrela. Agora, mais forte ainda. Está quase chegando, mais perto, mais perto.... é o fim. A falta de cérebro entre esses seres se confirma nessa triste atitude. Agora caem os restos mortais da mariposa burra, que confundiu ar com vidro, lâmpada com Deus e ventilador de teto com estrela.

*Ela surge quando a imaginação vai lá e já volta.

sexta-feira, junho 16, 2006

Uma semana com três segundas-feiras
e dois domingos e meio.
Isso cansa!

segunda,
1/2 terça e 1/2 domingo,
segunda,
domingo,
segunda,
sábado e
domingo.
Eis os sete dias.

quinta-feira, junho 15, 2006



Depois de dias com soja pra lá e soja pra cá, fui testemunha de um casamento que, mesmo um tanto rápido, já estava demorando pra acontecer. Minha prima-irmã e meu amigo-primo-irmão agora são meus prima-irmã-afilhada e amigo-primo-irmão-cunhado-afilhado. Coisa linda de se ver, faz bem pro coração. Um amor forte e veloz como a explosão de um vulcão.
Minha assinatura agora está lá, no cartório de registros. Na hora H, a emoção é tão singular que nem parece que acontece o que está acontecendo. Parece festa, filme. Os olhos lacrimejam, mas a lágrima não escapa. É alegria e emoção. Desespero para tirar fotos da troca de aliança, da expressão no rosto hipnotizado de cada um dos dois. É emoção de rabiscar meu nominho nessa história tão bonita. Meu primeiro casamento. Não o meu, mas um em que eu participo. Tenho certeza de que comecei muito bem.

segunda-feira, junho 05, 2006

Existe e não é meu. Mas é uma gracinha!

www.luana.com.br

quinta-feira, junho 01, 2006

Meta

Layout novo, dia novo, meta nova. Decidi que devo aproveitar melhor algumas horas do meu dia, seguindo o conselho que me foi dado ontem. Para tanto, precisarei sacrificar um hábito que me acompanha há anos. Assistir novelas. Sim, admito, sou uma consumidora compulsiva, embora um pouco menos nos últimos tempos. Esse gosto virou até objeto de estudo em um trabalho da faculdade, e olha que até estudando à noite consegui acompanhar. Mas, daqui pra frente, só sinopse na internet, revista de fofoca e propaganda durante a programação. No começo, vai ser difícil, eu sei, mas a novela das oito já está acabando, a das seis não assisto direito e no horário das sete fico “zapeando” entre um canal e outro. Novelas simultâneas. Mesmo com uma do Maneco despontando pela frente, tentarei me manter firme e seguir minha meta. Nos horários, agora, livres, quem sabe um pouco de cultura e exercício mental. Um curso de espanhol a distância e um bom livro. Meditação, Yoga de revista, trabalhos manuais, novos sites e contatos. Atividades que, de preferência, não incomodem meu bolso furado. Vou tentar. Eu juro.

quarta-feira, maio 31, 2006

Questão crucial da humanidade é desvendada

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Ovo nasceu antes que a galinha, afirma cientista britânico

O professor John Brookfield, especialista em genética da evolução da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, acredita ter resolvido, de uma vez por todas, um dos mais antigos e populares enigmas da humanidade: quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um filósofo e um avicultor britânicos também concordam com Brookfield. Para eles, a resposta unânime é de que o ovo veio na frente, informa nesta sexta-feira o jornal The Times.

Em resumo, o argumento é de que o material genético não se transforma durante a vida do animal. Portanto, a primeira ave que no decorrer da evolução se tornou o que hoje chamamos de galinha existiu primeiro como embrião no interior de um ovo.

Para Brookfield, a situação é clara. O organismo vivo no interior do ovo tinha o mesmo DNA que o animal no qual ele se transformaria. Assim, "a primeira coisa viva que podemos qualificar sem medo de engano como membro dessa espécie é o primeiro ovo", argumenta.

David Papineau, um especialista em filosofia da ciência do Kings College de Londres, concorda. O primeiro frango saiu de um ovo. É um erro, segundo ele, pensar que o primeiro ovo de galinha foi um mutante produzido por pais de outra espécie.

"Se dentro do ovo existe um frango, então é um ovo de galinha. Se um canguru pusesse um ovo, e dele saísse um avestruz, o ovo seria de avestruz e não de canguru", disse Papineau.
O jornal cita ainda Charles Bourns, granjeiro e presidente de uma entidade do setor avícola, que quis contribuir para o debate. "Os ovos existiam antes de nascer o primeiro pintinho. Claro que talvez não se parecessem com os de hoje", disse.
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Saiu no Estadão

Às vezes a gente precisa de algumas delas pra mostrar que tá tudo bem.
Às vezes nenhuma.
E a vida segue.

sábado, maio 27, 2006

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E eu com medo da dor do aparelho...
(saiu no Popular)

Dentista quebra dentes de paciente após discussão

Um dentista israelense quebrou, a golpes de martelo, os dentes de um paciente com quem discutiu em seu consultório, informou a polícia local, nesta terça-feira.
A vítima foi ao consultório do dentista, cuja identidade não foi revelada, para pedir as radiografias do filho de um amigo. O dentista se negou a dar os exames e os dois começaram a brigar.

Irritado, o odontólogo pegou um martelo e começou a quebrar os dentes do outro israelense.

sábado, maio 20, 2006

Status: apagando scraps.
Velocidade: 52Kbps
Tempo previsto: três encarnações.